quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Conteúdo: o “C” da questão

Muitas empresas já entenderam a Internet como uma ótima ferramenta de comunicação. Milhares de perfis no Twitter, Facebook e Youtube são abertos todos os dias. Bom, agora é só esperar que do dia para a noite ficaremos ricos de tanto “vender” pela web. #VaiNessa

A Internet, meu camarada, é um meio, não um fim. Antes de mais nada é preciso entender qual a reputação e quais os atributos naturais da marca. A Fiat, por exemplo, quer mostrar que é inovadora; a Nike, que é ousada e o Santander que pode falar de sustentabilidade. O ganho para a marca deve ser indireto. Não falo de mim, mas de um atributo meu.

O relacionamento é a parte que mais da trabalho na rede social, e é justamente a mais ignorada atualmente pelas empresas. Para fazer bom conteúdo é necessário tempo, investimento e constância. Para isso precisamos tirar da cabeça que Internet é de graça. Não estamos num sistema all inclusive que, você paga uma parte e o resto vem de “bônus”.

Hoje, aqui na Mercatto, estamos criando a cultura do investimento em conteúdo. Aos poucos vamos conquistado parte da fatia de investimento em comunicação para financiamento do branded content. Fazer com que a marca seja percebida como alguém que presenteia com entretenimento, não como alguém que faz propaganda é o “C” da questão.

Decidi escrever um pouco sobre isso após abrir o Facebook hoje e me divertir com a ótima atuação de um amigo. Um vídeo produzido, bancado por uma marca, que não invade o espaço e interrompe o consumo de conteúdo como faz a propaganda – ele é o conteúdo consumido. Parabéns, Natura!



 
:: Postado originalmente no Blog da Mercatto por Leandro Magalhães, que fará brusquetas no sábado.

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