segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Não é game, é futebol

E lá vou eu dar meus pitacos no trabalho dos outros. Veja bem essa campanha impressa criada pela agência Escala para a Warner Games. O produto é o badalado Fifa 12. Repare no bom apelo, vende a proposta da coisa toda, né não? Esse texto também é fantástico: Não é game, é futebol. Vende realismo, te coloca dentro do universo, impecável e, diga-se de passagem, bastante apropriado. É exatamente isso que buscam esses video-games cada vez mais... reais.

O game de futebol evoluiu de tal forma que não há mais espaço para amadores - o que é bom. Dia desses inventei de jogar uma partidinha no PlayStation. Perdi de goleada para o meu irmão, que também é ruim - mas nem tanto. Já eu, sou uma aberração, um fenômeno que deveria ser estudado pela indústria. Acho que perdi o prumo da coisa quando deixaram de fabricar o Mega Drive. Me complico todo com o controle na mão. Sempre que pego na bola a isolo com um bicudão da roça pela lateral. Aperto o triângulo e meu jogador cai morto. Consigo ser pior no video game do que sou na vida real. Um inferno!

Bem, os anúncios. Para essa geração, o importante é a realidade da coisa. Quanto mais cara de Messi tiver a sua versão virtual, melhor será. Como disse, a evolução dos jogos é impressionante, qualquer hora não saberemos mais diferenciar o que é game do que é real. Por isso, minha única observação nas artes abaixo é relacionada ao cuidado com o acabamento. Deveriam esculpir melhor, desfiar mais o arte-finalista. Uma ideia fantástica prejudicada pela execução não tão boa. Uma pena.



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