quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Nada se cria | 118

Ontem retuitei o @realwbonner quando ele escreveu: "Vontade de pegar publicitários e anunciantes do Brasil que usam musiquinhas em inglês na propaganda pra perguntar: por que essa macaquice?" E de fato, não deixa de existir uma certa lógica nesse raciocínio - ainda que eu não concorde plenamente. Por enquanto, volto ao assunto mais comentado ultimamente neste blog. E para acrescentar ao que vem sendo discutido nos comentários, reproduzo a visão de Otto Marques, professor de criação e redação publicitária da Universidade Veiga de Almeida (UVA). “Atualmente não existe uma criação 100% original, o boom aconteceu nas décadas de 70 e 80 (...) Hoje o que se vê é renovação do que foi feito, o que não pode ser necessariamente considerado como plágio. Ademais, para o cliente isso não faz diferença, porque com exceção dos alunos de publicidade, muitos nem reparam se é plágio ou não. O consumidor, em geral, está mais preocupado com a coerência do conceito". Você concorda?

Free Image Hosting
Monroe
Agência: Joe Public Joanesburgo
País: África do Sul
Ano: 2007

Free Image Hosting
Dunlop
Agência: K I D Bangkok
País: Tailândia
Ano: 2010

Free Image Hosting

1 comentários:

alan david disse...

concordo a comunicação tem que ter coerência, mas o fato é que muitas vezes o conceito vêm envolvido dentro do tema para envolver a plateia vulgos "consumidores", nesse tema que o pessoal aproveita para viajar um pouco.

Sobre o nada se cria, tudo se copia. Existem vários exemplos de campanhas semi-copiadas, entrando na velha discussão do.. é "plágio ou inspiração".