terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Revista piauí_Para quem tem um parafuso a mais.

Eu já comentei isso por aqui, mas sempre que posso, volto a esse assunto que por sinal, me agrada muito. Eu sou um fã/leitor voraz e incondicional da revista piauí. E essa voracidade incondicionada chega ao ponto de ter lido tudo o que já foi publicado pelo periódico, ter o pinguim mascote sobre a mesa de trabalho e adornar o papel de parede do meu notebook com a capa do mês da revista. Também pagaria qualquer quantia pela edição zero (qualquer quantia).

Idealizada pelo documentarista João Moreira Salles, piauí adota uma espécie de jornalismo literário, ou se preferir, o novo jornalismo americano. Não que se queiram dar ao jornalismo a permanência da literatura, muito menos achar que o jornalismo não pode ser apenas jornalismo. É uma fantástica espécie de narrativa ficcional.

Costumo dizer que a piauí é mais do que um estado de espírito, é o legado que estou deixando para mim mesmo, se é que fui claro. Em outras palavras, piauí é mais uma das minhas atuais religiões. Mas toda essa veneração explica-se se você entender o real motivo dessa singular revista cult estar mensalmente nas bancas.

Segundo o próprio Salles, a palavra Piauí foi escolhida simplesmente porque é bonita... É cheia de vogais, e como dizia o Gilberto Freire, as vogais amolecem as coisas. Bem, acho que depois disso não preciso tentar explicar mais nada.

Porém, o blog é sobre propaganda, e não vamos fugir do cerne da questão. Por isso, vamos às peculiares propagandas da revista piauí. Eu separei alguns filmes criados pela F/Nazca que foram feitos para tentar vender algo que eu comprei no primeiro contato que tive com aquele desengonçado formato A3 de revista.













1 comentários:

Luís Marias disse...

Eu tenho a edição zero, comprei no sebo. Mando de natal pra você, afinal, seu blog é foda!

Manda seu endereço pra:
luiz_klun@bol.com.br