sexta-feira, 23 de maio de 2008

Propagandas que embalaram minha infância - Poupança Bamerindus

Hoje, sexta-feira, 23 de maio de 2008 às 19h. (horário de Cuiabá) e ao invés de estar na tradicional "hora feliz" sagrada, estou aqui para inaugurar mais uma seção no Louco não, publicitário. A partir de hoje, com a mesma periodicidade da seção "Mais polêmico do que criativo", ou seja, a cada 20 dias se não acontecer nenhum acidente de percurso, publicarei aqui um comercial que marcou minha infância.

Como nasci em 1981, vivenciei campanhas memoráries, que se impregnaram em temas de bate-papo de botequim, assuntos de taxistas e inevitavelmente ditaram tendências e comportamentos nesse Brasilzão a fora. Assim como eu, sei que muitos aqui também se apaixonaram logo cedo pelos inesquecíveis intervalos comerciais que fizeram história. Dessa forma, resolvi de uma vez por todas relembrar de vez em quando algumas dessas jóias que eternizaremos na memória.

Lembrando que sugestões e pedidas são sempre muito bem vindas, o único critério que vou adotar é que o comercial tenha feito um considerável sucesso, ou seja, nada de pedir que eu publique o vt do açougue do seu João que veiculou na sua cidade em 1991, esquece!

E para começar a categoria com o pé direito, aí vão alguns filmes do memorável jingle do Banco Bamerindus que até hoje alguns rescuscitam em momentos de nostagia: "O tempo passa, o tempo voa, e a poupança Bamerindus continua numa boa, é a poupança Bamerindus".

Como o site Almanaque da Comunicação bem publicou: "O produto não existe mais, era a poupança Bamerindus, o banco adquirido em meados da década de 90 pelo HSBC, mas o “recall” deste clássico da propaganda brasileira é extraordinário e tende a sobreviver por muitos anos."

Quem criou a campanha na época foi a agência Colucci, mais precisamente o publicitário Fernando Rodrigues, que atualmente é Diretor de Criação da DPZ. Segundo a fonte deste post, o jingle fora criado originalmente para o banco em inícios da década de 70, com letra de Teresa Souza e música de Walter Santos - resgatado 20 anos depois para a magnífica interpretação do grupo “Os três do Rio”, cuja versatilidade musical despontava a olhos vistos.

Uma curiosidade destacada por Andrés Bukowinski, diretor dos comerciais, são os sotaques presentes em algumas versões (exemplo dos suíços e nordestinos) que deformavam a fonêtica do anunciante sem que isso incomodasse o cliente. A expressão “Bamerindiu”, por exemplo.










Fonte: Almanaque da Comunicação

1 comentários:

Alex Rocha disse...

Muito bom. Tenho um quadro parecido no meu blog tbm. Adoro post�-lo. At� mais.