quarta-feira, 5 de março de 2008

A fábrica da felicidade

Antes de iniciar com o tema de hoje, quero transmitir uma opinião que formei há algum tempo. Muito se fala sobre blog, sua influência, quem lê, quem posta, quem gosta, quem odeia. Pois bem, acho que nem preciso falar que ja existe blog pra tudo na rede, desde física quântica até o que o gato da Mary comeu no almoço. Obviamente nosso ramo de atividade não poderia ficar fora disso, afinal de contas, nosso pequeno sanatório existe devido às facilidades que a internet permite aos que gostam de escrever diariamente sobre seu assunto preferido.

Porém, como quase tudo na vida, os blogs evoluíram, hoje são mais que diários on-line que não vão além de um mero passa-tempo. Tem muito blogueiro por aí que paga a faculdade, o IPVA do carro e ainda leva a namorada ao cinema com o que arrecada com seu “singelo” veículo digital. É um avanço que prova uma mudança drástica no perfil dos internautas brasileiros – que definitivamente deixaram de ser meros consumidores para virarem produtores de informação.

Usei os dois últimos parágrafos para concatenar nossos pensamentos, não tem problema se há uma discordância aqui ou outra alí, o importante é o que vem a seguir. Não sei se já ocorreu com você, mas nos últimos tempos venho percebendo uma estranha comparação dos blogs com mídias tradicionais, como jornais especializados, portais de propagandas, televisão, etc. E é aqui que queria chegar, no ponto G da coisa. Blog é blog, não é portal. Os blogspots da vida têm seu conceito, que por sinal são perfeitamente digeridos pelas pessoas que vivem freneticamente em busca de uma informação/opinião rápida, fresquinha, e de preferência enquanto um arquivo vai sendo copiado ou o avião não pousa.

Não tem como um blog (de propaganda é claro) abordar tudo o que está acontecendo, isso demanda pesquisa, tempo e consequêntemente dinheiro – muito maior do que se possa valer a pena. Além de não ter o mesmo tesão que um blog proporciona. No nosso caso (me incluo como mais um blogueiro), a proposta é pincelar um assunto que chame a atenção por algum motivo e mandar ver nos pitacos.

Agora vamos ao assunto principal dessa quinta: e novamente a bola da vez é a Coca-Cola e sua impressionante campanha “Viva o lado Coca-Cola da vida”. Sendo mais preciso ainda, é o filme que está realmente dando o que falar: a Fábrica da Felicidade.

Estava eu em casa com o controle remoto na mão assistindo Tela Quente, quando escancara-se a minha frente um comercial com três minutos e meio da Coca-Cola. Você tem noção do que acontece em três minutos e meio? Você já tentou ficar embaixo d´água durante esse período? Agora imagine o valor que uma inserção dessa custa ao anunciante, sem contar a produção impecável. Mas nem vamos falar em números, o vídeo não permite pensar com toda essa frieza.



Com o objetivo emocional de inspirar as pessoas a viver com mais otimismo, o filme foi produzido pela Wieden + Kennedy/Amsterdam e participação de mais de 50 especialistas em animação 3D da agência Psyop. A “Fábrica da Felicidade – O Filme” passa uma mensagem incrivelmente otimista, partindo da superação dos personagens mágicos que habitam as vending machines de Coca-Cola para entregar o refrigerante às pessoas. A luz vermelha que se acende, indicando que não há mais Coca-Cola, dá início a uma saga fantástica em busca do refrigerante, em um mundo cheio de desafios e adversidades. Na versão brasileira, o VJ da MTV, Cazé Peçanha participa na locução, emprestando sua voz ao Zelador que protagoniza o filme.

Fonte: Portal da Propaganda

1 comentários:

Anônimo disse...

Poo essa propaganda não tem nem o que falar é fantastica ... 3 min que passam extremamente rápidos .. que prendem nossa atenção de uma forma mágicas ... acho que não tem nem mais o que comentar... parabéns pelo blog !
Priscila